Evolução do WordPress: Da versão 4.9 à era Gutenberg (5.0+)

Evolução do WordPress: Da versão 4.9 à era Gutenberg (5.0+)

Última verificação: 14 de outubro de 2026
15 min de leitura
Guia
500+ projetos WP

O WordPress 4.9 “Tipton” (lançado em 2017) foi uma versão especial. Foi o último grande lançamento antes da Revolução 5.0, que introduziu o editor Gutenberg.

Olhando da perspetiva de 2026, a versão 4.9 foi o momento em que o WordPress “amadureceu” como plataforma para programadores, introduzindo conveniências que agora consideramos padrão. A análise da própria versão, funcionalidade a funcionalidade, está na retrospetiva do WordPress 4.9. Este artigo acompanha o que veio depois.

#O que trouxe o WordPress 4.9

  1. Rascunhos no Customizer: Pela primeira vez podíamos fazer alterações na aparência (Cores, CSS), guardá-las como “Rascunho” e enviar um link de preview ao cliente, sem publicar alterações ao vivo!
  2. CodeMirror: Editores de código no painel (ex: no “Editor de Tema” ou “CSS Adicional”) finalmente ganharam destaque de sintaxe e numeração de linhas. Acabou-se estragar o site por um ponto e vírgula em falta.
  3. Widgets com galeria: Adicionar uma galeria de fotos à barra lateral tornou-se nativo.

#O que veio depois do WordPress 4.9

Apenas um ano depois chegou o WordPress 5.0 com Gutenberg. A comunidade dividiu-se em dois campos.

  • Tradicionalistas ficaram com o “Editor Clássico” (o plugin tem milhões de instalações até hoje).
  • Criadores modernos abraçaram o modelo Full Site Editing (FSE), onde tudo, incluindo cabeçalho e rodapé, é construído a partir de blocos.

Hoje, em 2026, esta disputa é história. Os blocos venceram. Mas vale a pena lembrar a versão 4.9 como o “último bastião” da abordagem clássica de construção de temas PHP.

#Porque é que o WordPress 4.9 foi importante

Para compreender plenamente o significado do WordPress 4.9, precisamos de contexto. Em 2017, o WordPress já era o sistema de gestão de conteúdo mais usado. No entanto, na edição de conteúdo a plataforma estava sob pressão.

Os Desafios em 2017:

  • Concorrentes como Wix, Squarespace e Medium ofereciam experiências de edição intuitivas
  • O editor TinyMCE do WordPress sentia-se datado e limitado
  • Os utilizadores queriam mais controlo visual sem precisar de código
  • A comunidade de programadores estava dividida sobre o futuro

O WordPress 4.9 representava uma “calmaria antes da tempestade”: uma versão de consolidação que melhorava o modelo existente antes da mudança radical que viria com o Gutenberg.

#Novidades do WordPress 4.9

#1. Guardar e partilhar rascunhos no Customizer

Antes do WordPress 4.9, fazer alterações na aparência de um site significava ou publicá-las imediatamente ou trabalhar num ambiente de teste separado. O Customizer 4.9 introduziu algo novo: rascunhos de personalização.

Como Funcionava:

  • Os utilizadores podiam experimentar alterações no Customizer
  • Guardar um conjunto de alterações como “Rascunho”
  • Gerar um link de pré-visualização para partilhar com clientes ou colegas
  • Agendar alterações para publicação automática numa data futura

Impacto nos Fluxos de Trabalho:

  • Agências podiam apresentar propostas de design aos clientes sem afetar o site ativo
  • Equipas podiam colaborar em alterações de design antes da aprovação
  • Alterações complexas podiam ser planeadas e agendadas durante horários de baixo tráfego

#2. Editor de código CodeMirror no WordPress

O WordPress sempre permitiu editar ficheiros de tema e CSS diretamente no painel de administração, mas a experiência era rudimentar - basicamente uma caixa de texto simples. O WordPress 4.9 introduziu o CodeMirror, um editor de código profissional.

Funcionalidades do CodeMirror, segundo o guia de campo do 4.9:

  • Destaque de sintaxe, nos editores de ficheiros também para PHP
  • Linting com CSSLint, JSHint, HTMLHint e JSONLint, segundo a nota de desenvolvimento sobre a edição de código; o PHP era destacado, mas não verificado por linting
  • Preenchimento automático com uma lista que se controla pelo teclado

Onde estava disponível:

  • Editor de temas e editor de plugins
  • CSS adicional no Customizer
  • Widget HTML personalizado

Impacto na segurança: O anúncio da versão refere duas salvaguardas: o WordPress avisa antes de guardar código com um erro e avisa que editar ficheiros de temas e plugins diretamente no painel é uma prática perigosa.

#3. Widgets de galeria: expansão das capacidades de conteúdo

Até então as galerias existiam apenas no conteúdo dos artigos. O WordPress 4.9 trouxe um widget de galeria nativo, que permite colocar uma galeria nas barras laterais e noutras áreas de widgets tal como num artigo.

O que veio com ele:

  • O widget de galeria assenta nos widgets de media para imagem, vídeo e áudio que o WordPress 4.8 tinha introduzido
  • Desde o 4.9 o widget de texto suporta shortcodes, imagens, galerias, vídeo, áudio e incorporações
  • Menus e widgets mantêm melhor a posição quando se muda de tema

#4. Melhorias de segurança e usabilidade

Segundo o guia de campo e o anúncio da versão, o WordPress 4.9 trouxe ainda:

  • Bloqueio de rascunhos no Customizer: um rascunho pode ser bloqueado para que ninguém o altere ou apague
  • Temas no Customizer: pesquisar, navegar e pré-visualizar temas sem sair do Customizer
  • Funções e segurança de contas: novas capacidades, entre elas para ativar e desativar plugins, e alteração mais segura de endereços de email
  • REST API: as rotas passam a exigir parâmetros de URL com nome, e correspondências apenas numéricas em expressões regulares deixam de ser aceites
  • MediaElement.js 4.2.6: nova versão sem dependência de jQuery no leitor

#Porque se chamava protoblocos aos widgets do WordPress 4.9

O widget de galeria parece uma funcionalidade menor da barra lateral, mas a nota que o apresentou liga-o diretamente ao Gutenberg. Em Introducing the Gallery widget, publicada no make.wordpress.org a 25 de setembro de 2017, Weston Ruter escreveu:

“Os widgets de media estão a ser desenvolvidos a pensar no Gutenberg, porque os widgets são, no fundo, protoblocos.” (Weston Ruter, make.wordpress.org, tradução própria)

A mesma nota diz que, quando o Gutenberg amadurecesse, os widgets passariam a usar blocos e que os widgets de imagem, vídeo, áudio e galeria seriam migrados nessa altura. Também regista o movimento contrário: o Gutenberg já tinha convertido os widgets Categorias e Artigos recentes em blocos dinâmicos, de modo que conteúdo antes limitado às barras laterais podia ser colocado dentro dos artigos.

O plano concretizou-se quase quatro anos depois. O WordPress 5.8 “Tatum” (anúncio, 20 de julho de 2021) levou os blocos tanto ao ecrã de widgets como ao Customizer. Os sites que não estavam preparados podem voltar aos ecrãs antigos com o Classic Widgets, um plugin oficial mantido pela equipa do WordPress que o diretório de plugins indica com mais de 2 milhões de instalações ativas. Para quem mantém um tema da época do 4.9, as áreas de widgets construídas com widgets de texto e de media são a parte do site que muda primeiro quando o editor de widgets por blocos é ativado.

#O que mudou no WordPress 4.9.6 e 4.9.8 antes do Gutenberg

O ramo 4.9 manteve-se atual durante mais de um ano, e duas das suas versões de manutenção mudaram mais do que erros.

O WordPress 4.9.6 (anúncio, 17 de maio de 2018) foi uma versão dedicada à privacidade. Acrescentou:

  • uma definição para indicar a página de política de privacidade, que passa a aparecer nas páginas de início de sessão e de registo;
  • uma ferramenta de exportação que gera um ficheiro ZIP com os dados pessoais de um utilizador, incluindo os recolhidos por plugins participantes;
  • uma ferramenta para apagar esses mesmos dados (no painel em português “Exportar dados pessoais” e “Eliminar dados pessoais”);
  • confirmação por email dos pedidos de exportação e de eliminação;
  • uma caixa de seleção no formulário de comentários que permite a quem comenta sem sessão iniciada decidir se o nome, o email e o site ficam guardados no navegador.

O WordPress 4.9.8 (anúncio, 2 de agosto de 2018) acrescentou ao painel o aviso “Try Gutenberg”, descrito como uma oportunidade de usar o editor de blocos antes do lançamento no WordPress 5.0. Quem o via dependia do site:

  • sem o Gutenberg instalado nem ativado: administradores de sites individuais e super administradores de multisite;
  • com o Gutenberg instalado e ativado: utilizadores com a função Contribuidor ou superior;
  • com o plugin Classic Editor ativo: ninguém.

A mesma versão trouxe 18 correções de privacidade para as ferramentas do 4.9.6. A ordem conta quando se leem registos de alterações antigos: o editor de blocos nunca fez parte do 4.9. Era um plugin à parte, e o 4.9.8 foi a primeira versão do núcleo que apontava para ele.

#WordPress 5.0 e o editor Gutenberg

#O lançamento do WordPress 5.0 (dezembro 2018)

A 6 de dezembro de 2018, pouco mais de um ano após o WordPress 4.9, saiu o WordPress 5.0, com o nome de código “Bebo”, trazendo o Editor Gutenberg como a nova experiência de edição padrão.

O Que Era o Gutenberg:

  • Editor baseado em blocos que substituía o TinyMCE
  • Blocos para todos os tipos de conteúdo (parágrafos, imagens, galerias, embeds)
  • Interface mais visual, semelhante a construtores de páginas
  • API para blocos personalizados
  • Foco na experiência de “edição o que vês”

#A divisão da comunidade

O lançamento do Gutenberg foi controverso:

Os Críticos Argumentavam:

  • A interface era confusa para utilizadores experientes
  • Quebrava fluxos de trabalho estabelecidos
  • Introduzia complexidade desnecessária
  • Problemas de acessibilidade
  • Quebrava compatibilidade com plugins existentes

Os Defensores Argumentavam:

  • Modernizava o WordPress para competir com outras plataformas
  • Abria novas possibilidades de design
  • Facilitava a entrada de novos utilizadores
  • Criava um caminho para Full Site Editing
  • Melhorava a experiência de criação de conteúdo

#A solução de compromisso: plugin classic editor

A equipa do WordPress disponibilizou o plugin Classic Editor como solução oficial para utilizadores que preferiam a interface anterior. Este plugin:

  • Restaura o editor anterior e o ecrã de edição de artigos
  • Permite aos administradores escolher o editor padrão para todos os utilizadores
  • Tem, segundo o diretório de plugins, mais de 8 milhões de instalações ativas

#O que incluiu o WordPress 5.0 Bebo

O anúncio do 5.0 refere três partes. O editor de blocos, descrito como o primeiro passo para uma edição simplificada de todo o site. O Twenty Nineteen, um novo tema padrão com estilos que acompanham os blocos padrão, para que a pré-visualização no editor corresponda ao site publicado. E um caminho de regresso suportado: o plugin Classic Editor podia ser instalado no ecrã de plugins para recuperar o editor anterior. O anúncio regista 423 contribuidores com props nesta versão, liderada por Matt Mullenweg com onze colíderes.

#Até quando é suportado o plugin Classic Editor

A 7 de novembro de 2018, um mês antes do 5.0, Gary Pendergast publicou no make.wordpress.org a janela de suporte do plugin Classic Editor:

“O plugin Classic Editor terá suporte oficial até 31 de dezembro de 2021.” (Gary Pendergast, make.wordpress.org, tradução própria)

O texto definia suporte oficial como funcionar corretamente na versão principal mais recente do WordPress e na anterior, e deixava a manutenção depois de 2021 dependente da utilização. A resposta está na página do próprio plugin, que hoje promete suporte e manutenção completos até 2024 ou durante o tempo que for necessário. Em outubro de 2026 o diretório de plugins mostra a versão 1.7.0, atualizada pela última vez em maio de 2026, com mais de 8 milhões de instalações ativas. É a cláusula do tempo que for necessário a funcionar, e é este o número a ter presente antes de dar o editor clássico como morto.

#Como evoluiu o Full Site Editing (FSE) depois do WordPress 5.0

#O que é Full Site Editing

Full Site Editing (FSE) é a visão de longo prazo do WordPress para uma experiência de edição unificada onde tudo é um bloco.

Componentes do FSE:

  • Blocos de Temas: Headers, footers, sidebars, menus - tudo como blocos
  • Templates Baseados em Blocos: Estruturas de página construídas com blocos
  • Editor de Site: Edite todo o site, não apenas posts e páginas
  • Blocos de Consulta: Mostrar conteúdo dinâmico (posts recentes, categorias)
  • Padrões de Blocos: Combinações pré-desenhadas de blocos
  • Temas de Blocos: Temas construídos inteiramente com blocos

#O caminho do FSE

  • WordPress 5.8 (2021): Introdução dos primeiros blocos de tema (widgets como blocos)
  • WordPress 5.9 (2022): Lançamento completo do FSE com tema Twenty Twenty-Two
  • WordPress 6.0+: Refinamentos contínuos do FSE, padrões, estilos globais

#Marcos do WordPress do 5.8 ao 6.3 e as fases do Gutenberg

O caminho do 5.0 até um site construído inteiramente com blocos levou mais quatro anos. Os anúncios das versões marcam os passos:

VersãoDataO que acrescentou no caminho para a edição do site
5.0 “Bebo”6 de dezembro de 2018Editor de blocos para o conteúdo dos artigos, Twenty Nineteen (anúncio)
5.8 “Tatum”20 de julho de 2021Widgets de blocos no ecrã de widgets e no Customizer, edição de modelos, bloco Query Loop, theme.json com as API Global Styles e Global Settings; fim do suporte ao Internet Explorer 11 (anúncio)
5.9 “Joséphine”25 de janeiro de 2022Edição completa do site no painel, Editor do site, Twenty Twenty-Two como o primeiro tema de blocos padrão da história do WordPress, bloco Navegação, theme.json para temas-filho (anúncio)
6.3 “Lionel”8 de agosto de 2023Conteúdos, modelos e padrões juntos no Editor do site, padrões sincronizados (antes blocos reutilizáveis), revisões de estilos (anúncio)

O theme.json chegou no 5.8, uma versão antes do Editor do site, e é por isso que um tema clássico o pode adotar sem passar a tema de blocos. O anúncio do 5.9 chega a dizer que, com temas de blocos, o Customizer deixa de ser necessário, a ferramenta à qual o 4.9 dedicou uma versão inteira.

O roteiro do WordPress agrupa estas versões em fases do projeto Gutenberg. A fase 1 introduziu o editor de blocos no WordPress 5.0. A fase 2 centrou-se na edição do site e culminou no WordPress 6.3, que o seu anúncio descreve como o remate da fase 2. A fase 3, em curso, gira em torno da edição colaborativa e dos fluxos de trabalho, e os objetivos do roteiro para 2026 preveem que o WordPress 7.0 faça avançar as funcionalidades de colaboração dessa fase. A ligação ao 4.9 é direta: os rascunhos do Customizer, as ligações de pré-visualização e o bloqueio de rascunhos foram a primeira tentativa de pôr várias pessoas a trabalhar numa alteração antes da publicação, limitada ao Customizer. A fase 3 leva o mesmo problema a todo o editor.

#O que resta do WordPress 4.9 hoje

#O que aprendemos

O WordPress 4.9 ensinou-nos lições importantes:

1. Valor das Versões de Transição Versões de consolidação como o 4.9 dão à comunidade tempo para se preparar para mudanças maiores.

2. Importância de Ferramentas de Programadores Funcionalidades como o CodeMirror melhoraram a experiência de programadores WordPress para níveis profissionais.

3. Colaboração é Chave O sistema de rascunhos do Customizer reconheceu que a criação de sites é um esforço colaborativo.

#O “último bastião” do PHP clássico

Hoje, olhando para trás, o WordPress 4.9 representa o auge da abordagem clássica de temas PHP:

  • Templates PHP em vez de blocos
  • Hierarquia de templates tradicional
  • PHP hooks e filters como mecanismo principal de extensão
  • Customizer como ferramenta central de personalização
  • Widgets em vez de áreas de blocos

Esta abordagem ainda funciona e é suportada, mas a indústria claramente se moveu em direção aos blocos e FSE.

#WordPress 4.9 vs WordPress 6.x em comparação (2026)

AspetoWordPress 4.9 (2017)WordPress 6.x (2026)
EditorTinyMCE clássicoGutenberg (blocos)
PersonalizaçãoCustomizerSite Editor (FSE)
TemasPHP templatesTemas de blocos
WidgetsWidgets tradicionaisBlocos de widgets
MediaBiblioteca básicaEditor melhorado, reprodução
SegurançaBásicaAvançada, automática
PerformanceBoaOtimizada (Core Web Vitals)
AcessibilidadeModeradaFoco principal
APIREST API jovemREST API madura

#Vantagens e desvantagens de temas clássicos e temas de blocos

#Se ainda usas a abordagem clássica

Vantagens:

  • Estabilidade comprovada
  • Compatibilidade com legado
  • Maior controlo granular
  • Comunidade vasta de recursos

Desvantagens:

  • Considerado “modo legado”
  • Menor suporte de novas funcionalidades
  • Dificuldade em encontrar programadores
  • Separado da direção principal do WordPress

#Se adotaste blocos e FSE

Vantagens:

  • Alinhado com o futuro do WordPress
  • Criação de sites mais rápida
  • Experiência de utilizador moderna
  • Ferramentas visuais poderosas

Desvantagens:

  • Curva de aprendizagem para programadores PHP
  • Mudanças frequentes na API
  • Compatibilidade com plugins variável
  • Complexidade adicional para casos simples

#Conclusão

O WordPress 4.9 “Tipton” foi mais do que apenas outra versão - foi o ponto culminante de uma era. Representou o refinamento máximo da abordagem clássica WordPress antes da revolução dos blocos.

Olhando de 2026, podemos apreciar como o WordPress 4.9:

  • Profissionalizou ferramentas de programadores com o CodeMirror
  • Melhorou fluxos de trabalho colaborativos com rascunhos no Customizer
  • Expandiu capacidades de conteúdo com widgets de galeria
  • Preparou o terreno para as mudanças transformadoras que viriam

A transição de 4.9 para 5.0+ foi um dos momentos mais significativos na história do WordPress. Hoje, em 2026, vivemos num mundo onde os blocos dominam, mas a base sólida construída nas eras 4.x continua a suportar milhões de sites em todo o mundo.

Seja um apoiante da abordagem clássica ou um entusiasta de blocos, a história do WordPress mostra-nos que a plataforma continua a evoluir, adaptando-se às necessidades dos utilizadores enquanto mantém o compromisso fundamental de democratizar a publicação.


Para mais artigos sobre a história e evolução do WordPress, explore a nossa categoria de história para análises profundas de versões, funcionalidades e a trajetória do WordPress.

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Perguntas frequentes

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O que mudou entre o WordPress 4.9 e o Gutenberg?#
O 4.9 "Tipton", de 2017, foi a última versão grande do modelo clássico: rascunhos no Customizer com link de pré-visualização para o cliente, CodeMirror com destaque de sintaxe e deteção de erros, e widget de galeria nativo. Um ano depois o 5.0 trocou o editor TinyMCE por blocos, o 5.8 passou os widgets a blocos e o 5.9 lançou o Full Site Editing com o tema Twenty Twenty-Two.
Como aplicar a passagem da versão 4.9 para a era Gutenberg?#
Comece por identificar o que no tema depende de ficheiros de template PHP e do functions.php, porque é isso que o modelo de blocos substitui. Sites que não podem parar mantêm o plugin Editor Clássico, que continua com milhões de instalações, e migram por secções. O percurso completo passa pelos widgets em blocos do 5.8 e pelo tema de blocos do 5.9.
Porque é importante a evolução do WordPress até à era Gutenberg?#
Porque o 4.9 foi a última versão grande antes do editor de blocos e manteve-se atual durante mais de um ano. Nesse período o Gutenberg era um plugin à parte, e o 4.9.8 convidou os administradores a experimentá-lo no painel antes de o 5.0 o tornar o editor padrão. Perceber esta sequência diz-lhe se o seu site continua preso ao modelo clássico.

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